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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Vai viajar? Fique atento à vacina contra febre amarela

Disponível gratuitamente nos postos de saúde, precisa ser aplicada em quem vai viajar para regiões silvestres do país

vacina contra febre amarelaVocê está se preparando para viajar neste final de ano? Pode ser que você ou as crianças precisem tomar vacina contra a febre amarela. O alerta foi emitido pelo Governo do Estado de São Paulo e vale para quem for para as áreas silvestres de algumas regiões, como Minas Gerais, Bahia, Paraná, Piauí, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Alguns países, como Austrália e Peru, também exigem o certificado de vacinação para permitir a entrada de turistas.

A febre amarela é uma doença infecciosa transmitida pela picada de mosquitos infectados pelo vírus da família flaviviridae. A pessoa que contrai a doença apresenta sintomas como febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo, amarelamento de pele e olhos e hemorragias.

"A vacinação é a única medida eficaz para evitar a infecção, e está disponível gratuitamente em postos de saúde. É muito importante que as pessoas que vão às regiões de risco e os moradores desses locais ainda não imunizados recebam uma dose da vacina”, afirmou em nota Helena Sato, diretora de imunização da Secretaria do Estado de São Paulo.
O ideal é que a dose seja tomada dez dias antes da viagem. Para aqueles que já foram vacinados, a dica é observar o prazo de validade – dez anos a partir da data da vacinação. Crianças de 9 meses já podem ser vacinadas. A contra-indicação é apenas para gestantes, imunodeprimidos (pessoas com sistema imunológico debilitado) e pessoas alergias a gema de ovo.

A lista completa de postos que oferecem gratuitamente a vacina está disponível no site do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria.
Fonte: Revista Crescer por Andressa Basilio

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Adultos e crianças que vão viajar para o exterior devem tomar vacina contra sarampo e rubéola


A recomendação, que vale para quem vai para países da Europa e Américas, é para evitar que o vírus dessas doenças volte a circular livremente no Brasil
Você vai viajar com sua família para o exterior nas férias de julho? Então, observe a carteira de vacinação do seu filho – e a sua! Seguindo orientação da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o Ministério da Saúde recomenda que adultos e crianças sejam vacinados contra o sarampo e a rubéola 15 dias antes de viajar (se não tiverem tomado essa vacina anteriormente).

A recomendação, por conta de uma epidemia de sarampo que a Europa, em especial na França (com 5 mil casos), está enfrentando, visa evitar que o vírus volte a circular no país. Desde 2000, o Brasil não tem mais a circulação livre do vírus do sarampo e, desde 2008, da rubéola. A imunização também deve ser feita para quem for para os Estados Unidos e outros países das Américas.

As crianças que receberam a vacina tríplice viral entre 6 e 11 meses devem ser revacinadas com 1 ano. Consulte o pediatra do seu filho e os horários em que vocês podem tomar a dose no posto de saúde perto da sua casa. Confira abaixo os sintomas das doenças.

SARAMPO – Doença aguda, altamente contagiosa, transmitida por vírus. Os sintomas mais comuns são febre, tosse seca, manchas avermelhadas no corpo, coriza e conjuntivite. A transmissão se dá de pessoa a pessoa, por meio de secreções ao tossir, falar ou respirar. O período de transmissão varia de quatro a seis dias antes do aparecimento das manchas até quatro dias após surgirem.

RUBÉOLA – Transmitida por vírus, os sintomas mais comuns são febre e manchas avermelhadas pelo corpo, inflamação de gânglios e dores nas articulações. O período de transmissão é de cinco a sete dias do aparecimento das manchas. A transmissão ocorre de pessoa a pessoa por meio de secreções expelidas pelo doente ao tossir, falar e respirar. Outra forma de transmissão é por via sanguínea, o que ocorre somente quando mulheres grávidas contraem o vírus e transmitem para o feto. A infecção na gravidez acarreta complicações para os recém-nascidos, como malformações congênitas, principalmente cegueira e surdez.
Fonte: Revista Crescer com Ministério da Saúde