terça-feira, 30 de outubro de 2012

Confira dicas para quem vai viajar de avião pela primeira vez

9,5 milhões de brasileiros estrearam nesse tipo de transporte no último ano.
Medo de não saber como se comportar é uma das principais preocupações.

O brasileiro tem viajado cada vez mais de avião. Segundo uma pesquisa recém-divulgada pelo Ministério do Turismo, nos últimos quatro anos o uso desse meio de transporte para viagens domésticas aumentou 50%. Atualmente, 17% dos viajantes se locomovem dentro do país por via aérea, de acordo com o levantamento.
Muitos usuários estão estreando nesse tipo de transporte. Segundo uma pesquisa do Instituto Data Popular, 9,5 milhões de brasileiros viajaram de avião ela primeira vez entre julho de 2011 e julho de 2012.
O estudo também perguntou quais eram as preocupações dos estreantes. O maior medo é de o avião cair, mas em seguida vêm o temor de lidar com palavras e termos em inglês, e de não saber se comportar no aeroporto. De acordo com a pesquisa, 84% das pessoas tinham dúvidas sobre o que podem ou não levar na bagagem de mão e 72% tiveram dificuldades em chegar até o aeroporto.
“A primeira dica que dou é não ter vergonha de tirar dúvidas com os amigos que já viajaram. Também vale se informar pela internet. Algumas companhias aéreas colocam em seus sites vídeos ou guias para orientar os novos passageiros”, diz Renato Meirelles, diretor do Data Popular e autor do livro “Um Jeito Fácil de Levar a Vida: O Guia para Enfrentar Situações Novas sem Medo”.
Luciana Fioroni, gerente regional de vendas da agência CVC, também atende cada vez mais clientes de primeira viagem. “Tem uma grande demanda por informação. Recebo todos os questionamentos possíveis”, afirma.
Confira abaixo dicas para quem viaja pela primeira vez:

Antes da viagem
 - A passagem pode ser comprada de várias formas: em escritórios de agências de turismo, direto com as companhias aéreas (pela internet, por telefone ou nas lojas físicas) ou em sites que comparam preços na internet.
- No caso de viagens internacionais, informe-se no consulado do país a ser visitado se é necessário ter um visto para ser admitido.
- Se for viajar para o exterior, lembre-se de fazer um seguro internacional. Ele é obrigatório para Estados Unidos, Europa e muitos outros países.
- Veja com antecedência a melhor maneira de chegar ao aeroporto. Em alguns casos, o táxi pode sair tão caro quanto a passagem.
- Procure saber quantos quilos de bagagem é permitido levar. Em muitos casos, o limite é de um volume de 23 kg para voos nacionais e dois volumes de 32 kg para os internacionais, somado a um volume de mão de 5 kg. Mas isso varia de acordo com a companhia e o destino, por isso é sempre bom checar. Lembre-se de que a mala costuma voltar mais cheia na volta, portanto melhor não enchê-la totalmente. Para a bagagem que exceder o limite de peso, será necessário pagar uma tarifa estipulada pela companhia aérea.
- Confira com a companhia aérea o que não pode ser levado na bagagem de mão. Entre as restrições, estão líquidos, objetos pontiagudos (como tesouras) e inflamáveis (como isqueiros). Caso você se esqueça disso, eles terão que ser deixados no aeroporto quando passar pelo aparelho de raios X.
- O ideal é pôr na bagagem uma etiqueta com os dados do viajante. É comum também colocar também adesivos ou fitas coloridas. Isso reduz as chances de que as malas sejam confundidas com outras parecidas na hora do desembarque.
- Ao escolher a roupa para viajar, leve em conta a temperatura do lugar de saída e do destino. Um vestuário de meia estação costuma ser a melhor pedida. Mesmo no verão, é bom levar um casaco, pois o ar condicionado dentro do avião pode estar forte.
- Não se esqueça de levar os documentos que deverão ser apresentados antes e durante o embarque: identidade no caso de voos domésticos e passaporte no caso de voos internacionais (para Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Chile, Peru, Equador e Colômbia é aceito o RG original).
- Muitos passageiros gostam de levar um lanche na bolsa. Pode ser útil em voos curtos, que costumam fornecer apenas snacks (como barrinhas ou amendoins), e em voos longos, quando pode haver uma distância grande entre as refeições.
 
No aeroporto
 - Chegue com a antecedência pedida pela companhia aérea. O recomendado, na maioria dos casos, é ao menos uma hora antes para voos nacionais e no mínimo duas horas para voos internacionais.
- Dirija-se ao balcão de check-in da sua companhia aérea, levando as malas e os documentos de identificação. Se houver mais de uma fila, peça ajuda aos funcionários que organizam o fluxo de passageiros. O check-in é o momento em que a companhia aérea identifica o passageiro, despacha as bagagens e emite o cartão de embarque.
- Guarde bem o cartão de embarque. Ele será pedido em alguns momentos e traz informações como os números do voo e do assento.
- Do balcão de check-in, dirija-se à sala de embarque. Na entrada, é obrigatório passar por um detector de metais e deixar a bagagem de mão em uma esteira ligada a um aparelho de raios X. Antes de passar pelo detector, deixe objetos metálicos nas bandejas que estarão disponíveis. Muitas vezes isso inclui cintos, moedas, chaves e sapatos metalizados, que serão devolvidos assim que passarem pelo dispositivo.
- Vá até o portão de embarque indicado no bilhete. Se não estiver escrito lá, veja a informação no monitor que mostra a porta correspondente a cada voo.
- Uma vez no portão, veja se o número do seu voo está escrito no monitor que fica no alto da porta. Fique atento aos chamados pelo alto-falante, pois o portão pode ser alterado no meio do caminho.

No avião
- Dirija-se ao assento marcado no cartão de embarque.
- Preste atenção às explicações dos comissários de bordo sobre os procedimentos de segurança. Não é permitido fumar a bordo, inclusive nos banheiros, onde há detectores de fumaça. Celulares precisam ficar desligados.
- É comum que ocorram turbulências (quando o avião balança devido ao movimento do ar). Isso não significa que o avião irá cair. A recomendação é apenas que os passageiros fiquem sentados e mantenham os cintos afivelados.
- Muita gente sente desconforto ou pressão nos ouvidos, principalmente na decolagem e no pouso. Mascar chicletes ou simular bocejos ajuda a aliviar o incômodo.
- Em viagens muito longas, não se recomenda ficar o tempo todo sentado. Melhor dar uma volta para ativar a circulação.

Ao desembarcar
- Existem voos diretos, com escala ou com conexão. No primeiro caso, o avião só para na cidade de destino. Quando o voo é com escala, ele aterrissará em uma ou mais cidades, mas os passageiros devem permanecer dentro da aeronave o tempo todo. Nos voos com conexão, é preciso trocar de avião. Nesse caso, basta seguir as instruções de funcionários que estarão na saída orientando o que devem fazer os passageiros “em trânsito” para cada cidade.
- Ao sair do avião, fique atento para não esquecer seus pertences.
- Se a viagem for para o exterior, vai ser necessário passar pelo balcão da imigração, onde será pedido o cartão de embarque e o documento (quase sempre, o passaporte). É bom ter em mãos também o voucher com a reserva do hotel ou o endereço da casa onde você vai se hospedar, assim como eventuais documentos extras exigidos pelo país de destino.
- Dirija-se à esteira de bagagens. Geralmente, há uma televisão em cada esteira que mostra de qual voo são as malas que passarão ali.
- Muitas malas são parecidas e é fácil as pessoas se confundirem. Confira se a identificação colocada pela companhia aérea no volume tem o mesmo número que está no seu cupom de bagagem.
- Se a mala não chegar, procure a companhia área. Em geral, elas possuem um balcão na própria sala de desembarque.
Fonte: G1

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Saiba os passos para solicitar o passaporte comum

Processo inclui preencher ficha online e tirar foto em posto da PF.
Documento deve ser entregue em até seis dias após realizado o pedido.

O número de passaportes expedidos no Brasil cresce a cada ano. Segundo dados da Polícia Federal (PF), 2,1 milhões de brasileiros obtiveram o documento em 2011 – 500 mil a mais do que no ano anterior e quase um milhão acima do número de 2009. Números parciais de 2012 mostram que, até o dia 18 de outubro, 1.589.239 passaportes foram expedidos.
 O tempo de espera por um agendamento varia de acordo com a época do ano e o lugar do país. Depois que todas as etapas do processo forem seguidas, a entrega tem que ser feita em no máximo seis dias, segundo informa a Polícia Federal.
 A seguir, confira o passo-a-passo para tirar o passaporte comum. Mais informações podem ser obtidas com a Polícia Federal, pelo telefone 194 ou no site www.dpf.gov.br/simba/servicos/passaporte.

1- Preencha o formulário eletrônico no site da Polícia Federal.


2- Será gerado um boleto para pagamento de uma taxa (que é de RS 156,07 para o passaporte comum). Fique atento: a validade da guia é de 20 dias.

3- O sistema também realizará um agendamento da data em que será preciso ir ao posto da PF. Algumas unidades ainda não permitem o agendamento pela internet. Nesse caso, a recomendação é entrar em contato por telefone para saber como proceder.

4- No dia e horário agendados, vá ao posto de atendimento escolhido levando o boleto pago, o protocolo da solicitação e os seguintes documentos originais:
- Documento de identidade (para menores de 12 anos, pode ser a certidão de nascimento).
- CPF, caso o número desse documento não conste da identidade. Se a pessoa for menor de 18 anos, deve-se levar o CPF do responsável.
- Título de Eleitor e comprovantes de voto ou justificativa na última eleição (nos dois turnos).
- Para homens de 19 a 45 anos: documento que comprove quitação com o serviço militar obrigatório, para homens de 19 a 45 anos.
- Para os naturalizados brasileiros: Certificado de Naturalização.
- Se tiver passaporte anterior, é preciso leva-lo (esteja ou não válido).

5- Os agentes da PF colherão impressões digitais dos dez dedos e tirarão uma fotografia.

6- O solicitante receberá um protocolo com a data de entrega do passaporte (no máximo, seis dias úteis). É preciso ir retirá-lo pessoalmente, levando um documento de identidade. Se não for buscado num prazo de 90 dias, ele será cancelado.

Outras informaçõesO turista precisa prestar atenção em alguns outros detalhes relacionados ao documento de viagem:
- O passaporte tem validade de cinco anos. No caso de menores de 4 anos, a validade é definida de acordo com a idade, conforme tabela disponível no site da PF.
- Alguns países exigem que o passaporte tenha no mínimo seis meses de validade. Assim, mesmo que o visitante fique no destino apenas um mês, não será possível entrar se faltarem cinco meses para o vencimento, por exemplo. Nesse caso, é preciso pedir outro passaporte antes de viajar.
- Não existe renovação de passaporte. Quando o documento vencer, é preciso pedir outro e passar por todo o processo de novo.
- Para menores de 18 anos, é exigida a autorização dos pais (clique para ver um modelo).
- A PF pode emitir um passaporte emergencial, entregue em até 24 horas, para quem não pode esperar o prazo de entrega comum. Mas isso só é possível em situações “cujo adiamento da viagem possa acarretar grave transtorno” (catástrofes naturais, necessidade de trabalho, motivo de saúde etc.), e é comprovado a urgência. A validade desse documento é de apenas um ano (clique para acessar mais informações no site da PF).
Fonte: G1

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Pacote básico de bagagem

Saiba o que levar na mala, seja qual for o destino ou a duração da viagem

Confira a lista para não deixar de fora nenhum item básico







- 1 roupa íntima (calcinha ou cueca) para cada dia
- Meias (acrescentar uma meia calça se for mulher)
- 1 pijama
- 1 chinelo de banho
- 1 calça jeans
- 1 blusa de frio (independente do clima)
- 1 pente ou escova de cabelos
- Artigos de higiene (pasta e escova de dentes, sabonete, shampoo, desodorante, cotonetes. Homens: barbeador, pincel de barba, cortador e lixa de unhas. Mulheres: depilador, pinça de sobrancelhas, lixa de unhas, absorventes)
- Artigos de beleza (cosméticos, perfume, cremes)
- 1 kit de costura (rolinhos de linhas nas cores básicas, agulha, alfinetes de segurança)
-Medicamentos de urgência (anti-histamínico para alergia, analgésico para dor, antipirético para febre, mertiolate, band-aid)
- Sacos plásticos para acondicionar roupas sujas ou úmidas
- Conjuntos de roupas de acordo com a quantidade de dias e eventos

*O pacote pode incluir medicamentos destinados a tratamento de saúde – neste caso, é importante salientar a obrigatoriedade do porte da receita médica em viagens de avião. Já substâncias líquidas e químicas não são permitidas no transporte aéreo.
Fonte: iG

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Confira os documentos necessários para viajar com crianças

Veja exigências para se locomover no Brasil e no exterior com menores de idade



VIAGENS NACIONAIS
Com o pai e a mãe
Para viajar com os pais, crianças e adolescentes precisam portar a carteira de identidade ou a Certidão de Nascimento original para comprovação de parentesco.

Com apenas um dos pais
Não é necessário emitir autorização de viagem, só a identidade ou Certidão de Nascimento.

Com tutor ou parentes
Crianças viajando com avós, bisavós, irmão, tios ou sobrinhos maiores de 18 anos precisam portar documento original com foto que comprove o parentesco.

Menores viajando sozinho ou com outra pessoa sem parentesco
Crianças menores de 12 anos viajando com acompanhante sem parentesco precisam de autorização de viagem por escrito *, assinada pelo pai e pela mãe, com firma reconhecida em cartório. Adolescentes, de 12 a 18 anos, podem viajar sozinhos em território nacional.

VIAGENS INTERNACIONAIS
Com o pai e a mãe
Para viajar com os pais, menores de 18 anos precisam carregar passaporte ou, se for para os países da América do Sul, carteira de idade original. O novo passaporte brasileiro (azul) não tem informações de paternidade, portanto, é preciso apresentar o documento de identidade no check-in.

Com apenas um dos pais
Para crianças viajando somente com o pai ou com a mãe, o outro deverá autorizar por escrito*, com firma reconhecida em cartório por autenticidade, por semelhança ou por escritura pública. A regra vale mesmo se os pais estiverem indo para o mesmo destino, mas em voos diferentes. Caso uma das partes não puder dar a autorização, é preciso requerer a autorização judicial em uma Vara da Infância e da Juventude.

Viajando sozinho, com parentes ou terceiros maiores de 18 anos
Crianças e menores de 18 anos viajando sem os pais precisam de uma autorização de viagem por escrito*, assinada por ambos os pais, com firma reconhecida em cartório. Caso uma das partes não puder dar a autorização, é preciso requerer a autorização judicial em uma Vara da Infância e da Juventude.

HOSPEDAGEM EM HOTEL
De acordo com normas do Estatuto da Criança e do Adolescente, é proibida a hospedagem de crianças e adolescentes em um hotel sem a autorização ou acompanhamento dos pais, e documento de identidade ou certidão de nascimento que comprove o parentesco.
* Modelo da autorização de viagem pode ser obtido no site do Tribunal de Justiça de São Paulo
Fonte: iG

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Anac divulga itens proibidos em voo e regras de inspeção de passageiros

Resolução registra que funcionário pode exigir retirada de roupa ou sapato.
Agência divulgou atualização de lista de itens proibidos a bordo.
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) divulgou nesta segunda-feira (28), no "Diário Oficial da União", resolução sobre os procedimentos de inspeção de passageiros nos aeroportos e atualizou a lista de itens proibidos ou restritos nas cabines.

A inspeção deve utilizar máquina de raio X, pórtico detector de metais e "inspeção manual da bagagem de mão" quando for necessário.

Em relação à resolução anterior, que havia sido expedida em agosto de 2010, a agência deixa expresso que o funcionário responsável pela segurança pode solicitar que o passageiro retire "algum tipo de vestimenta que possa ocultar item proibido".

A agência cita, por exemplo, vestimentas que cubram a cabeça ou casacos. O agente também poderá exigir a retirada de calçado que levante suspeita. A Anac afirma que o passageiro pode pedir para passar por esta etapa da inspeção em local reservado.
Relação de itens proibidos em voo
Segundo Anac, os objetos relacionados abaixo não podem ser transportados na cabine. A agência alerta que a lista pode sofrer alterações:
"a) pistolas, armas de fogo e outros dispositivos que disparem projéteis - dispositivos que podem ou aparentam poder ser utilizados para causar ferimentos graves através do disparo de um projétil, incluindo:
1) armas de fogo de qualquer tipo, tais como pistolas, revólveres, carabinas, espingardas;
2) armas de brinquedo, réplicas ou imitações de armas de fogo que podem ser confundidas com armas verdadeiras;
3) componentes de armas de fogo, excluindo miras telescópicas;
4) armas de pressão por ação de ar e gás comprimido ou por ação de mola, tais como armas de paintball, airsoft, pistolas e espingardas de tiro a chumbo ou outros materiais;
5) pistolas de sinalização e pistolas de partida esportiva;
6) bestas, arcos e flechas;
7) armas de caça submarina, tais como arpões e lanças; e
8) fundas e estilingues;

b) dispositivos neutralizantes - dispositivos destinados especificamente a atordoar ou a imobilizar, incluindo:
1) dispositivos de choque elétrico, tais como armas de choque elétrico e bastões de choque elétrico;
2) dispositivos para atordoar e abater animais; e
3) químicos, gases e aerossóis neutralizantes ou incapacitantes, tais como spray de pimenta, gás lacrimogêneo, sprays de ácidos e aerossóis repelentes de animais;

c) objetos pontiagudos ou cortantes - objetos que, devido à sua ponta afiada ou às suas arestas cortantes, podem ser utilizados para causar ferimentos graves, incluindo:
1) objetos concebidos para cortar, tais como machados, machadinhas e cutelos;
2) piolets e picadores de gelo;
3) estiletes, navalhas e lâminas de barbear, excluindo aparelho de barbear em cartucho;
4) facas e canivetes com lâminas de comprimento superior a 6 cm;
5) tesouras com lâminas de comprimento superior a 6 cm medidos a partir do eixo;
6) equipamentos de artes marciais pontiagudos ou cortantes;
7) espadas e sabres; e
8) instrumentos multifuncionais com lâminas de comprimento superior a 6 cm;
d) ferramentas de trabalho - ferramentas que podem ser utilizadas para causar ferimentos graves ou para ameaçar a segurança da aeronave, incluindo:
1) pés-de-cabra e alavancas similares;
2) furadeiras e brocas, incluindo furadeiras elétricas portáteis sem fios;
3) ferramentas com lâmina ou haste de comprimento superior a 6 cm que podem ser utilizadas como arma, tais como chaves de fendas e cinzéis;
4) serras, incluindo serras elétricas portáteis sem fios;
5) maçaricos;
6) pistolas de cavilhas, pistolas de pregos e pistolas industriais; e
7) martelos e marretas;

e) instrumentos contundentes - objetos que podem causar ferimentos graves se utilizados para agredir alguém fisicamente, incluindo:
1) tacos de beisebol, pólo, golfe, hockey, sinuca e bilhar;
2) cassetetes, porretes e bastões retráteis;
3) equipamentos de artes marciais contundentes; e
4) soco-inglês;

f) substâncias e dispositivos explosivos ou incendiários - materiais e dispositivos explosivos ou incendiários que podem ou aparentam poder ser utilizados para causar ferimentos graves ou para ameaçar a segurança da aeronave, incluindo:
1) munições;
2) espoletas e fusíveis;
3) detonadores e estopins;
4) réplicas ou imitações de dispositivos explosivos;
5) minas, granadas e outros explosivos militares;
6) fogos de artifício e outros artigos pirotécnicos;
7) botijões ou cartuchos geradores de fumaça;
8) dinamite, pólvora e explosivos plásticos;
9) substâncias sujeitas a combustão espontânea;
10) sólidos inflamáveis, considerados aqueles facilmente combustíveis e aqueles que, por atrito, podem causar fogo ou contribuir para ele, tais como pós metálicos e pós de ligas metálicas;
11) líquidos inflamáveis, tais como gasolina, etanol, metanol, óleo diesel e fluido de isqueiro;
12) aerossóis e atomizadores, exceto os de uso médico ou de asseio pessoal, sem que exceda a quantidade de quatro frascos por pessoa e que o conteúdo, em cada frasco, seja inferior a 300 ml ou 300 g;
13) gases inflamáveis, tais como metano, butano, propano e GLP;
14) substâncias que, em contato com a água, emitem gases inflamáveis;
15) cilindros de gás comprimido, inflamável ou não, tais como cilindros de oxigênio e extintores de incêndio; e
16) isqueiros do tipo maçarico, independente do tamanho;

g) substâncias químicas, tóxicas e outros itens perigosos - substâncias capazes de ameaçar a saúde das pessoas a bordo da aeronave ou a segurança da própria aeronave, incluindo:
1) cloro para piscinas e banheiras;
2) alvejantes líquidos;
3) baterias com líquidos corrosivos derramáveis;
4) mercúrio, exceto em pequena quantidade presentes no interior de instrumentos de medição térmica (termômetro);
5) substâncias oxidantes, tais como pó de cal, descorante químico e peróxidos;
6) substâncias corrosivas, tais como ácidos e alcalóides;
7) substâncias venenosas (tóxicas) e infecciosas, tais como arsênio, cianetos, inseticidas e desfolhantes;
8) materiais infecciosos, ou biologicamente perigosos, tais como amostras de sangue infectado, bactérias ou vírus; e
9) materiais radioativos (isótopos medicinais e comerciais);

h) outros - itens proibidos que não se enquadram nas categorias anteriores:
1) dispositivos de alarme (excluindo dispositivo de relógio de pulso e de equipamentos eletrônicos permitidos a bordo); e
2) materiais que possam interferir nos equipamentos das aeronaves e que não estejam relacionados entre os dispositivos eletrônicos permitidos, tais como telefone celular, laptop, palmtop, jogos eletrônicos, pager, que são de uso controlado a bordo de aeronaves;
i) itens tolerados - itens que são tolerados, respeitadas as especificações que se seguem:
1) saca-rolhas;
2) canetas, lápis e lapiseiras, com comprimento inferior a 15 cm;
3) isqueiros com gás ou fluido com comprimento inferior a 8 cm, na quantidade máxima de um por pessoa;
4) fósforos, em embalagem com capacidade não superior a 40 palitos, na quantidade máxima de uma caixa por pessoa;
5) bengalas;
6) raquetes de tênis;
7) guarda chuvas; e
8) martelo pequeno para uso em exames médicos;

j) itens proibidos para voos sob elevado nível de ameaça - itens permitidos ou itens tolerados que são proibidos no caso de elevação do nível de ameaça da segurança da aviação civil:
1) qualquer instrumento de corte;
2) saca-rolhas;
3) bengalas;
4) raquetes de tênis;
5) qualquer isqueiro;
6) fósforos, em qualquer quantidade ou apresentação; e
7) aerossóis"
Fonte: G1

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Empresas vão ter de oferecer mais balcões de check-in

Para diminuir as longas filas no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, as empresas vão ter de oferecer mais balcões de check-in para os passageiros. Em voos domésticos (geralmente com menos de 200 pessoas), pelo menos quatro balcões terão de estar obrigatoriamente abertos. Nos embarques internacionais, as companhias serão obrigadas a ter entre seis a 10 balcões por voo.

A determinação é da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e entrará em vigor em março. É uma tentativa de atender aos requisitos mínimos de conforto estabelecidos pela Associação Internacional dos Transportes Aéreos (Iata, na sigla em inglês), que planeja transformar Cumbica em um aeroporto categoria "C" - a qualidade do aeroporto é avaliada atualmente entre "D" e "E".

As companhias hoje oferecem a quantidade de balcões que julgam necessária no atendimento de cada voo. Para o Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea), ter quatro posições de check-in à disposição só é factível para empresas pequenas, que operam um voo por vez. "Imagine uma empresa como a TAM, que atende diversos voos nacionais e internacionais ao mesmo tempo. Como é que vai fazer?", pergunta o diretor técnico da entidade, Ronaldo Jenkins.

Para Robson Bertolossi, presidente da Junta de Representantes das Companhias Aéreas Internacionais, é preciso resolver antes o problema de espaço nos aeroportos. "Hoje todos sabemos que falta lugar para passageiro, para check-in, para tudo".
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Infraero quer que mala seja entregue em até 18 minutos

A partir do ano que vem, o passageiro terá de receber sua bagagem no desembarque do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, também conhecido como Cumbica, em até 18 minutos, para voos internacionais, e 12, em operações domésticas. Pelo menos é que propõe a meta estipulada pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) às empresas aéreas. A tolerância seria de 24 e 15 minutos, respectivamente.

"Pode até ser meta, mas obviamente não se espelha na realidade", critica Ronaldo Jenkins, diretor do Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea). "Cada aeroporto tem suas características. Quando o avião para na frente da esteira de bagagens, como em Vitória, tudo bem. Mas, em Cumbica, só para as malas saírem do avião e atravessarem o pátio já demora mais do que isso".
Fonte: G1 com Agência Estado

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Turistas devem ficar atentos com passagens durante o horário de verão


Neste ano, o Governo Federal incluiu mais um estado para participar do Horário de Verão, a Bahia. Sem um aviso antecipado para as companhias aéreas, muitos consumidores que compraram passagens com destino a esse Estado não tiveram o horário alterado por conta da medida.

Se você adquiriu com antecedência sua viagem para a Bahia e outros destinos, e vai embarcar entre os dias 16 de outubro de 2011 e 25 de fevereiro de 2012, veja como proceder de acordo com a companhia aérea.

Uma hora a mais no horário do cartão
A Azul encaminhou uma nota informando que todos os clientes que viajarão nesse período para Salvador, Ilhéus ou Porto Seguro deverão considerar uma hora a mais do horário previsto no cartão de embarque.

Por exemplo: se o voo está marcado para as 10h, por conta do horário de verão o avião partirá às 11h. "Mas atenção", orienta a companhia, "essa alteração vale apenas para as compras realizadas até as 13h do dia 14 de outubro. Todas as compras efetuadas depois, já estarão com os horários corretos".

Vale reiterar que todos os outros destinos que adotam o horário de verão já estão com a hora correta no sistema de vendas. Assim, não é necessário fazer nenhuma alteração.

Ações ainda não definidas
Por meio da sua assessoria de imprensa, a Gol informou que ainda está avaliando quais as medidas que vai tomar para sanar o problema. Já que, assim como a Azul, também emitiu bilhetes com destino à Bahia sem considerar o horário de verão. "A Gol informa que aguarda as decisões do Decreto Presidencial para divulgar as possíveis mudanças em sua malha", disse a empresa. Em relação aos demais destinos que também adotam a medida, a companhia já trabalhava com a hora correta.

Os consumidores que quiserem tirar dúvidas podem entrar em contato com a Gol através do seu portal.

Alterações em vários voos
A TAM, por sua vez, informou que os voos operados pela companhia nas seguintes cidades das regiões Norte e Nordeste do país terão seus horários de chegada e partida antecipados em uma hora em relação ao horário local em vigor:

Acre: Rio Branco
Alagoas: Maceió
Amapá: Macapá
Amazonas: Manaus
Ceará: Fortaleza
Maranhão: Imperatriz e São Luís
Pará: Belém, Marabá e Santarém
Paraíba: João Pessoa
Pernambuco: Petrolina e Recife
Piauí: Teresina
Rio Grande do Norte: Natal
Rondônia: Porto Velho
Roraima: Boa Vista
Sergipe: Aracaju
Tocantins: Palmas

Os passageiros podem confirmar os novos horários dos voos pelo site www.tam.com.br, call center (4002-5700 ou 0800 5705700 para todo o Brasil), lojas da TAM ou por meio dos agentes de viagens.

Fique atento com o horário do check-in
A Anac orienta aos viajantes a terem cuidado em relação ao horário do check-in, pois a apresentação após a hora estabelecida pode impossibilitar o embarque. Para não se atrasar, confira no seu bilhete aéreo qual o horário e local e, em caso de dúvida, entre em contato com antecedência com a empresa.

O check-in pode ser feito diretamente no balcão da empresa no aeroporto (obrigatório para quem vai despachar bagagens), na internet, pelo celular ou em totens de autoatendimento. Ao realizá-lo, o passageiro receberá o cartão de embarque.

A Anac ainda reitera que, caso o consumidor não se apresente no aeroporto no horário estipulado, a empresa poderá recusar o embarque do passageiro. Tal fato pode gerar custos adicionais, os quais estão descritos no contrato de transporte.
Fonte: UOL Viagem